sábado, 31 de março de 2012

Jogos de futebol e torcida organizada: Mistura perigosa?

        Domingo passado mais uma vez os telespectadores assistiram uma cena lamentável. Num dia de sol, quando famílias saem para passear e passar momentos felizes, grupos de selvagens se enfrentaram criando um ambiente de guerra sangrenta na capital paulista. O motivo dessa insana atitude: rixa entre torcidas organizadas. O resultado dessa selvageria foi dois torcedores mortos: um do Palmeiras e outro do Corínthians.
     O mais impressionante disso tudo é que, agindo desse jeito, esses arruaceiros (que não deveriam nunca ser chamados de torcedores) mancham de forma negativa suas torcidas organizadas e, consequentemente, suas agremiações. Quando as torcidas organizadas foram criadas, era para dar mais brilho ao belo espetáculo que é o futebol. Com suas bandeiras e gritos de guerra, elas tornam mais eletrizantes os confrontos de grandes equipes como Corínthians, Palmeiras, São Paulo e tantos outros.
     Agora, por causa de verdadeiros criminosos, nossa grande atração dos fins de semana está mais chata, sem o brilho mágico que as torcidas organizadas promoviam nos estádios Brasil afora. Amanhã, as novas disputas futebolísticas estarão menos vibrantes sem o coração pulsante das torcidas organizadas. Culpa desses maus torcedores.

sábado, 17 de março de 2012

Velho novo tormento

       Bauru na quarta-feira foi surpreendida com uma tempestade vassaladora e o pesadelo das enchentes voltou a atormentar os moradores da cidade.Em menos de meia hora as principais ruas e avenidas se transformaram em rios de correntezas fortes, causando o desespero daqueles que estavam voltando para casa.
      E o caos tem endereços certos: avenidas Nações Unidas e Rodrigues Alves, ruas Alfredo Maia e Nuno de Assis. Nestes locais, um verdadeiro roteiro de filme de terror se faz acontecer com pessoas presas em carros tomados pelas águas sujas e barrentas, casas sendo inundadas pelas fortes correntezas e moradores arrastados  impiedosamente pelas imensas enxurradas.
       Até quando a população local será vitima dessa violenta realidade? Quantas vidas devem ser destruídas para que o governo local tome as devidas providências? Uma administração consciente tem como regra de ouro prevenir que catástrofes naturais possam atingir sua comunidade. Tomemos como exemplo o Japão que, passado o terror do terremoto seguindo de um tsunami há um ano atrás, aplica ações salutares de prevenção, orientando a comunidade local sobre como agir em caso de emergência e, assim, tranquilizando-os. Isso sem contar a impressionante recuperação estrutural de ruas e avenidas japonesas que o mundo presenciou. O governo precisa agir, e rápido