Passado quase um ano da realização do torneio mundial, ao menos 35 obras de transporte coletivo ainda não ´estão concluídas. Em alguns casos, algumas construções estão atrasadas ou paradas. É o caso das cidades de Fortaleza (CE)e Cuiabá (MT), municípios que receberam no pacote de mobilidade urbana sistemas de transportes, ainda não concluídos, nos modais BRTs (ônibus especiais em corredores), VLTs (trens leves sobre trilhos) e monotrilhos.
Como consequência do atraso, as obras encareceram seus valores e a previsão é que elas subam ainda mais. Em Cuiabá, por exemplo, o projeto de um VLT começou em R$ 700 milhões, passou na licitação para R$ 1,5 milhões e deve chegar ao valor de R$ 2,5 bilhões.
Enquanto isso, trens e suas composições que foram adquiridos para esse fim estão parados, sujeitos à ação do tempo e do esquecimento, trilhos da mesma malha viária, abandonados, se enferrujam, causando insegurança para quem passam no local e estações novinhas são esconderijos de ladrões e usuários de droga.
E a população, que esperava por melhorias num sistema de transporte público já saturado, se sente esquecida pelo poder público.
Como consequência do atraso, as obras encareceram seus valores e a previsão é que elas subam ainda mais. Em Cuiabá, por exemplo, o projeto de um VLT começou em R$ 700 milhões, passou na licitação para R$ 1,5 milhões e deve chegar ao valor de R$ 2,5 bilhões.
Enquanto isso, trens e suas composições que foram adquiridos para esse fim estão parados, sujeitos à ação do tempo e do esquecimento, trilhos da mesma malha viária, abandonados, se enferrujam, causando insegurança para quem passam no local e estações novinhas são esconderijos de ladrões e usuários de droga.
E a população, que esperava por melhorias num sistema de transporte público já saturado, se sente esquecida pelo poder público.