sexta-feira, 24 de julho de 2015

Foco internacional: Novas perspectivas cubanas

    Essa semana foi marcada por um evento histórico. A aproximação de Cuba com Estados Unidos. Depois de décadas separados por divergências sociais e política, os dois países deixam para trás desavenças que se arrastavam desde que o então presidente do país cubano Fidel Castro decretou o afastamento das relações de sua nação com os Estados Unidos por descordar com o modo capitalista com que os americanos conduziam suas decisões políticas. 

    Naquela época, acreditava-se numa política sustentada pelo socialismo comunista, uma frente ideológica que, na teoria, era mais igualitária para o povo. Pensando nisso, Fidel Castro apostou nesse modo de governo e implantou o sistema político em seu país. Na ocasião, a decisão foi apoiada pela então União Soviética, principal inimiga dos Estados Unidos. 
    Contudo, o que era para ser uma solução para o povo cubano, se tornou um retrocesso social para o progresso da cidade. Isso por que, grandes multinacionais que poderiam impulsionar a economia local foram impedidas de entrar no país. Isso causou o sucateamento da indústria automobilística cubana. 
    Seguindo essa ideologia, Cuba virou a cara para o capitalismo e saiu da lista dos países desenvolvidos. Agora com a aproximação do país com Estados Unidos essa realidade pode mudar. A primeira iniciativa desse evento histórico foi a abertura das embaixadas nos dois países.  

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Foco internacional: Crise grega

    A Grécia está vivendo um dos piores momentos de sua história. Com uma dívida exorbitante (em torno de 320 bilhões de Euros) com o FMI, o país corre o risco enfrentar um processo de falência, algo cada vez mais eminente.
   Essa situação de paúra econômica se deve a uma atitude muito comum em alguns países : pedir empréstimos de valores altos ao Fundo Monetário Internacional para organizar suas finanças, num processo insano de sempre gastar mais que arrecada. Para não afetar negativamente a economia local, o governo grego adotou medidas de austeridade.
    Não precisa dizer que quem foi a maior vítima dessa ação  foi a população grega. A taxa de desemprego já chegou aos 26%, , a mais alta de toda a União Europeia. Ente os jovens, essa índice supera os 60%..
    Assim como a população jovem, os idosos estão sentindo os efeitos negativos da crise. Com os bancos fechados e a restrição do governo de liberar dinheiro para a população local, atualmente os gregos tem um limite controlado para sacar valores, a população idosa está tendo dificuldade em comprar remédios e pagar suas dívidas.
 



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