Essa semana foi marcada por um evento histórico. A
aproximação de Cuba com Estados Unidos. Depois de décadas separados por
divergências sociais e política, os dois países deixam para trás desavenças que
se arrastavam desde que o então presidente do país cubano Fidel Castro decretou o afastamento
das relações de sua nação com os Estados Unidos por descordar com o modo
capitalista com que os americanos conduziam suas decisões políticas.
Naquela época, acreditava-se
numa política sustentada pelo socialismo comunista, uma frente ideológica que,
na teoria, era mais igualitária para o povo. Pensando nisso, Fidel Castro
apostou nesse modo de governo e implantou o sistema político em seu país. Na
ocasião, a decisão foi apoiada pela então União Soviética, principal inimiga
dos Estados Unidos.
Contudo, o que era para ser uma solução para o povo cubano, se tornou um retrocesso social para o progresso da cidade. Isso por que, grandes multinacionais que poderiam impulsionar a economia local foram impedidas de entrar no país. Isso causou o sucateamento da indústria automobilística cubana.
Seguindo essa ideologia, Cuba virou a cara para o capitalismo e saiu da lista dos países desenvolvidos. Agora com a aproximação do país com Estados Unidos essa realidade pode mudar. A primeira iniciativa desse evento histórico foi a abertura das embaixadas nos dois países.
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