segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Comportamentos Distorcidos

    Atualmente, o Brasil elege, em cada legislatura, mais de 500 líderes públicos para nos representar frente às esferas governamentais, sejam elas em âmbito federal, estadual ou municipal. Tais lideranças deveriam, de acordo com o bom senso, ser caixas ressonantes dos nossos desejos e anseios diante o grande poder que emana da administração pública.;
    Contudo, muito desses líderes deixam se influenciar negativamente por uma conduta sem ética e sem valor. Essa realidade faz surgir dois tipos de políticos: os ideológicos, que são aqueles que têm como princípio a prática de uma política sem mancha, e os fisiológicos, considerados picaretas e sem escrúpulos.
     O grande problema da política brasileira e, com certeza, o principal motivo da permanência da corrupção no país é que esses dois grupos distintos frequentemente se alinham para determinados fins. Quase sempre o objetivo principal é o enriquecimento ilícito através de desvios de verbas em obras em prol da população. Tal atitude gera revolta e descontentamento das pessoas carentes de assistencialismo.
    Cabe aqui uma questão.  Então por que os ideológicos não fazem nada para mudar essa situação? A resposta mais adequada é que, pelos "interesses do povo", os políticos de boa índole acabam fechando os olhos aos desvio de conduta de seus colegas. Explico: como esses maus líderes são também aliados, sendo peças importantes na aprovação de projetos favoráveis à população, eles podem barrar ações interessantes para o desenvolvimento do país.
      Outro fator que contribui para a existência da corrupção é a permanência de pessoas de ética duvidosa na base de sustentação da administração federal,  políticos que, em algumas circunstância, praticamente dão as cartas no governo. Iniciativas de combate às práticas ilícitas até que existem, más uma força as impede de serem concretizadas. Nossa presidente Dilma, nesse início de governo, tentou varrer a corrupção, demitindo aqueles que ferem a honra no governo. Contudo, por causa da "relação de favores" que existe no sistema governamental, ela não conseguiu dar continuidade a sua ação.
     Atitudes como as de Dilma são muito válidas para acabar de vez, ou em parte, com a corrupção. Ela surpreendeu, revelando ser uma líder de pulso firme, que não tolera mais desvios de conduta daqueles que deveriam dar exemplo de honestidade. Pena que boas ações nadam, nadam, más morrem na praia        

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Falta de bom senso


Uma cidade deve ser zelada por aqueles que lá residem. Tal ação passa rigorosamente pelo bem cuidar de ruas, avenidas, praças e parques. Contudo, não é isso que acontece com uma parcela considerável da população bauruense. É impressionante a falta de bom censo da população local quando o assunto é limpeza pública e a conservação de equipamentos destinados ao cidadão. Basta você caminhar nas ruas e perceber esse fato.
O cruzamento das ruas Machado de Assis com a Rio Branco exemplifica bem essa realidade. Neste local existe um ponto de ônibus. Algumas pessoas que esperam suas respectivas linhas passar, ao se deleitarem com suas guloseimas, não se esforçam nem um pouquinho para jogar tais detritos nas lixeiras espalhadas na cidade. O pior é que quando tentamos orientá-las para uma atitude mais cidadã, finjam que não é com elas ou acham ruim e dizem que nós não temos nada com isso.
A paisagem que se vê, diante desse ato impensável e irracional, são ruas, praças e parques empilhada de sujeiras por todo lado. Na lista encontramos latinhas de refrigerantes, saquinhos de salgadinho e de biscoito, panfletos de propaganda e até a tão popular bituca de cigarro. Em algumas circunstâncias essas pessoas jogam lixos em sequências dentro de seus carros em movimento, emporcalhando mais ainda as vias.
Não é segredo para ninguém as conseqüências catastróficas que essa atitude pode causar para a população e a principal delas é a enchente. O que mais impressiona é que quando esse desastre ambiental acontece, o primeiro culpado que a população condena é o poder público. É muito fácil nos despirmos de nossas responsabilidades quanto cidadão.
Na realidade, a administração municipal faz sua parte, colocando equipamentos públicos apropriados para o uso do cidadão comum como as já tão ressaltadas lixeiras além de orelhões, postes de luzes, aparelhos de ginásticas ao ar livre e bancos de praça. Contudo, em vez da população conservar tais patrimônios, ela as destroem. Os bauruenses ainda tem muito a aprender.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Novo imposto para a saúde. Solução?

Parece que a gestão da presidenta Dilma quer ressuscitar a cobrança da CPMF agora rebatizada como CSS (Cobrança Social da Saúde). A justificativa é que as despesas do Governo Federal aumentou conforme noticiado de maneira ampla pela imprensa.
Há muitas divergências diante esse tema. Algumas pessoas são totalmente contra a criação desse "novo" imposto, argumentando que seria mais um tributo para o pobre salariado pagar. Outros líderes, como Geraldo Alckmim, se mostraram a favor do tributo, desde que o destino da cobrança seja mesmo dedicado ao seu principal fim.
Não é de hoje que o sistema de saúde no Brasil não anda bem das pernas. Alguns de nossos hospitais continuam sucateados. Outros não conseguem atender as demandas da população, trazendo, a ela, sentimentos de revolta e abandono.
Estão se tornando frequentes mortes de pacientes por falta de médicos ou superlotação. Os noticiários divulgaram dias atrás casos que ilustram essa triste situação. Mães que, em trabalho de parto, percorreram diversos hospitais tentando dar a luz. O final da história todo mundo já conhece: dor revolta perda.E não precisa ir muito longe para comprovar o problema. Bauru vive numa interminável novela de filas e falta de médico. Um desrespeito extremo para com a população local
Diante a paúra que vive atualmente a saúde em nosso país, a impressão que dá é que a CSS pode ser uma luz no fim do túnel para esse problema. Contudo, considerando que o desvio de verbas para programas sociais à população é algo corriqueiro, a solução seria acabar com essa prática e, assim, fazer uma grande reforma no sistema de saúde.