sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Falta de bom senso
Uma cidade deve ser zelada por aqueles que lá residem. Tal ação passa rigorosamente pelo bem cuidar de ruas, avenidas, praças e parques. Contudo, não é isso que acontece com uma parcela considerável da população bauruense. É impressionante a falta de bom censo da população local quando o assunto é limpeza pública e a conservação de equipamentos destinados ao cidadão. Basta você caminhar nas ruas e perceber esse fato.
O cruzamento das ruas Machado de Assis com a Rio Branco exemplifica bem essa realidade. Neste local existe um ponto de ônibus. Algumas pessoas que esperam suas respectivas linhas passar, ao se deleitarem com suas guloseimas, não se esforçam nem um pouquinho para jogar tais detritos nas lixeiras espalhadas na cidade. O pior é que quando tentamos orientá-las para uma atitude mais cidadã, finjam que não é com elas ou acham ruim e dizem que nós não temos nada com isso.
A paisagem que se vê, diante desse ato impensável e irracional, são ruas, praças e parques empilhada de sujeiras por todo lado. Na lista encontramos latinhas de refrigerantes, saquinhos de salgadinho e de biscoito, panfletos de propaganda e até a tão popular bituca de cigarro. Em algumas circunstâncias essas pessoas jogam lixos em sequências dentro de seus carros em movimento, emporcalhando mais ainda as vias.
Não é segredo para ninguém as conseqüências catastróficas que essa atitude pode causar para a população e a principal delas é a enchente. O que mais impressiona é que quando esse desastre ambiental acontece, o primeiro culpado que a população condena é o poder público. É muito fácil nos despirmos de nossas responsabilidades quanto cidadão.
Na realidade, a administração municipal faz sua parte, colocando equipamentos públicos apropriados para o uso do cidadão comum como as já tão ressaltadas lixeiras além de orelhões, postes de luzes, aparelhos de ginásticas ao ar livre e bancos de praça. Contudo, em vez da população conservar tais patrimônios, ela as destroem. Os bauruenses ainda tem muito a aprender.
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