Nestas últimas semanas cresceu o número de refugiados no mundo. São pessoas que fogem de seus países. Essa fuga, muitas vezes em massa, acontece por três temerosos motivos: ou por causa de um regime autoritário, ou pela guerra, ou, ainda, pela intolerância religiosa.
Alguns desses povos aportam em Atenas com o objetivo de alcançar a Europa. Outros se arriscam atravessando o Canal da Mancha através do Eurotúnel no objetivo de chegar ao Reino Unido, seja pulando em um trem de carga ou se escondendo em caminhões que cruzam a Europa transportando mercadorias. A maioria são pessoas, vidas de países como a Síria, o Afeganistão, além de nações localizadas ao norte da África, que vivem em um campo de refugiados localizado na cidade francesa de Calais
Essa nova realidade está obrigando alguns países do globo a levantar grandes muros e cercas para impedir que centenas de famílias possam adentrar em seus territórios,. pensando que isso resolverá seu problema, numa atitude individualista e indiferente
Os refugiados, por sua vez, armam acampamento, esperando o momento oportuno para conseguir atravessar tais obstáculos e chegar ao tão esperado destino. São famílias marcadas pela dor, pelo sofrimento e pela incerteza
Na história da humanidade sempre houve a fuga de diversos povos que, não vendo condições de sobrevivência, acabam deixando seus países de origem em busca de uma vida melhor. Contudo, nada dessa situação teria acontecido se houvesse mair consciência vinda dos líderes que governam tais nações. Essa consciência passa pelo crivo do bom senso de dar ao povo de uma determinada localidade condições de uma vida digna, onde o respeito às diversidades e às particularidades prevalece.
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