sábado, 13 de setembro de 2014

Proteção Ambiental

   Nestes últimos tempos, temos vivido verões cada vez mais quentes e insuportáveis. A situação está tão crítica que diversos rios do estado paulista estão secando, muitas vezes, causando apreensão da população. Isso porque muitos deles abastecem a cidade, caso do sistema cantareira que atende São Paulo e sua região metropolitana. Um quadro realmente preocupante.
   Não bastasse isso, as cidades sofrem com tempestades intensas e cada vez mais impiedosas. Semanas atrás, por exemplo, a cidade de Bauru viveu momentos de terror com um temporal que arrancou  diversos outdoors e árvores, destelhou casas, desalojando diversos moradores e causou pânico na população. Num tempo não tão longínquo,  precisamente em 2008, os moradores do interior de Santa Catarina também experimentaram a fúria das chuvas de verão.  Aqui se abre uma observação: quanto ao registro de tempestade, praticamente, todo ano alguma cidade brasileira sofre com tal fenômeno  da natureza.
FONTE DA IMAGEM: ATORES2013.BLOSPOT.COM
   O mais irônico de tudo isso é que foi  promovido aqui no Brasil, em 1992, a Rio-92,  um encontro de líderes mundiais onde foi discutidas formas para evitar a degradação da natureza. Dentre os objetivos mais importantes  desse evento estavam: a) recomendar medidas a serem tomadas nacional e internacional quanto à proteção da natureza; b) promover o aperfeiçoamento da legislação ambiental internacional e; c) examinar estratégias de promoção de desenvolvimento sustentável.
   Desse encontro, foi elaborado a Agenda-21, um plano de ação para o século XXI. Tal documento visava a sustentabilidade da vida na terra. Para conseguir esse objetivo foi elaboradas algumas metas, tais como: a) luta contra o desmatamento; b) enfoque integrado do planejamento e da ordenação dos recursos da terra; c) proteção da atmosfera; d) proteção dos oceanos e mares de todo tipo e o uso racional de seus recursos vivos e; d) aplicação de critérios integrados para o aproveitamento e ordenação dos recursos de água doce.
   É necessário frisar que algumas medidas objetivando essas metas já foram tomadas pelos governantes ao longo desses quase 25 anos. Contudo, elas não foram suficientes para conter a degradação cada vez maior da natureza. Precisamos agir, e rápido. 

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