Nestas últimas semanas temos acompanhado o desempenho pífio que a economia brasileira está vivenciando com o crescimento do desemprego e o enfraquecimento do setor industrial. Soma-se a isso ao poder de compra do brasileiro, cada vez mais deficitário..
Em meio a esta crise, até agora sem precedentes, cresce as manifestações contra o sistema de governo. Vestidos de verde e amarelo e segurando bandeiras, os manifestantes gritam palavras de ordem contra a governo federal, o ex-presidente Lula e a presidente da república Dilma Rousseff,, a qual é vista também como culpada pela situação difícil vividas no país. Para os líderes das manifestações, uma das saídas idealizadas por eles para acabar com a crise é o impeachment da presidente ou sua renúncia.
Do outro lado do campo de batalha, surge um movimento a favor do governo. Os simpatizantes são contra o impeachment e a favor de Lula e do PT. Eles consideram o possível ato de impedimento da presidente um golpe político, além de defenderem, com unhas e dentes, o líder numero 1 do PT. Essa manifestação é apoiada pelos movimentos sindicais e sociais existentes no Brasil;
Esses atos a favor e contra o governo Dilma pode ser interpretado de diversas maneiras. Primeiramente, é necessário notar que as duas forças que emergem nas ruas representam as duas classes sociais brasileiras: enquanto os que apoiam o impeachment podem ser classificados como os de classe A, B e uma considerável parcela do C, aqueles que apoiam o governo e reforçam o pensamento de um possível golpe aparecem pertencendo na classe D e E, ou seja, os mais necessitados na pirâmide do desenvolvimento humano.
É interessante notar que para esse grupo pro-governo parece que tudo está bem e que eles não sentem os efeitos da crise, que a cada momento coloca o país numa situação difíceis. Isso se reflete no número de diversas lojas no comercio das cidades que fecham suas portas à cada momento, demitindo seus funcionários por falta de clientes. É o famoso efeito dominó: se eu não ganho dinheiro suficiente fruto do meu trabalho, eu não compro; se eu não compro, dou prejuízo à loja; se a loja não tem lucro, quem paga o pato é o coitado do funcionário e sem funcionário, a loja não funciona.
Seja qual for o resultado desse impasse político, o que se espera é que a economia brasileira volte a crescer, proporcionando ao povo brasileiro tranquilidades aos seus orçamentos.

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