Nestes últimos tempos temos vendo o avanço do Zika Vírus em todo o canto do mundo, não poupando países desenvolvidos ou subdesenvolvidos. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) no mês de fevereiro já eram registrados casos de transmissão em 34 países, sendo que 27 só na Améicca Latina e Caribe.
Junto com o avanço da doença cresce também os casos de microcefalias em recém nascidos, aterrorizando mulheres em gestação. Segundo o Ministério da Saúde, entre outubro do ano passado e março desse ano, foram registrados casos em 944 bebês. Esta semana, cientistas americanos confirmaram a relação do Zika Vírus com a microcefalia.
Percebe-se uma certa preocupação no bem-estar dessas crianças, já que muitos delas já passam em tratamentos em clínicas especializadas às voltas de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e demais profissionais da saúde. Todos com a preocupação de tornar possível o desenvolvimento motor e cognitivo dos pequenos
A pergunta que não se quer calar é: e quando essas crianças crescerem, o sistema de ensino estará preparado para recebê-las? Não é segredo para ninguém o despreparo de algumas escolas, tanto no que diz respeito a sua estrutura física , quanto a docente, em receber pessoas com qualquer tipo de deficiência,
Para que isso não aconteça é necessário que as instituições de ensino se estruturam adequadamente para que elas possam dar todo apoio pedagógico necessário para essas crianças.
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